Há 2 meses
sábado, 11 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Intelectualidades
Sempre me relacionei mais facilmente com rapazes do que com raparigas.
Acho que os homens no geral, e como amigos em particular, são menos complicados que as mulheres. Para mim, os homens quando são nossos amigos são de convívio mais fácil.
Daí que não me tenha incomodado nada ser o único elemento do sexo feminino num grupo de 7 pessoas.
Mas o mais engraçado nas saídas com rapazes (ou pelo menos aqueles com quem eu saio) são as discussões que têm quando ficam... com os copos... ligeiramente alcoolizados vá.
Pois que ter amigos que nos dão autênticas aulas de geografia mundial enquanto bebem ou que discutem as teorias de Einstein e os conceitos de tempo e espaço, tem mesmo muita piada.
Especialmente se conseguirmos absorver algum conhecimento... no dia seguinte sentimo-nos pessoas muito mais cultas!
Acho que os homens no geral, e como amigos em particular, são menos complicados que as mulheres. Para mim, os homens quando são nossos amigos são de convívio mais fácil.
Daí que não me tenha incomodado nada ser o único elemento do sexo feminino num grupo de 7 pessoas.
Mas o mais engraçado nas saídas com rapazes (ou pelo menos aqueles com quem eu saio) são as discussões que têm quando ficam... com os copos... ligeiramente alcoolizados vá.
Pois que ter amigos que nos dão autênticas aulas de geografia mundial enquanto bebem ou que discutem as teorias de Einstein e os conceitos de tempo e espaço, tem mesmo muita piada.
Especialmente se conseguirmos absorver algum conhecimento... no dia seguinte sentimo-nos pessoas muito mais cultas!
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Alguém me explica?
Como é que se derrubam as barreiras que demorámos tanto tempo a criar?
As barreiras que criámos para nos proteger.
Como é que se abrem espaços nessas muralhas para que alguém possa entrar?
Porque não podemos ser nós a deitar por terra todas as convicções que jurámos ter para não voltarmos a sofrer.
Como é que se dá um passo em frente quando se tem um muro quase intransponível à nossa frente, construído por nós?
E não nos aproximamos de ninguém "daquela" maneira com o medo (ir)racional de que ao darmos o primeiro passo estamos a correr um risco maior.
As barreiras que criámos para nos proteger.
Como é que se abrem espaços nessas muralhas para que alguém possa entrar?
Porque não podemos ser nós a deitar por terra todas as convicções que jurámos ter para não voltarmos a sofrer.
Como é que se dá um passo em frente quando se tem um muro quase intransponível à nossa frente, construído por nós?
E não nos aproximamos de ninguém "daquela" maneira com o medo (ir)racional de que ao darmos o primeiro passo estamos a correr um risco maior.
sábado, 4 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
It's raining men #10
Eu nem gostei muito quando ele matou a Marisa no O.C. ...
Mas lá que ele deu um vampiro bem jeitoso, isso deu!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Depois de uma eternidade...
... as belas das notas de Tencologia Farmacêutica foram afixadas.
E só me apetece comemorar!
Os Deolinda outra vez
Para além da Movimento perpétuo associativo, da Mal por mal e da Clandestino (que a "minha" Feminina canta tão bem) , também gosto da Não sei falar de amor. É que não sei mesmo...
E soubesse eu artifícios
de falar sem o dizer
não ia ser tão difícil
revelar-te o meu querer...
A timidez ata-me a pedras
e afunda-me no rio
quanto mais o amor medra
mais se afoga o desvario...
E retrai-se o atrevimento
a pequenas bolhas de ar...
E o querer deste meu corpo
vai sempre parar ao mar...
Deolinda - Não sei falar de amor
quarta-feira, 1 de julho de 2009
E depois...
Conhecem-se pessoas novas, capazes de nos fazer repensar a nossa vida e perguntar se vale a pena por de parte as marcas do passado e investir.
Na vida.
Em nós.
Na vida.
Em nós.
Já não sei jogar este jogo.
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