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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Finalmente

Projecto apresentado.
Nota mesmo mesmo boa :)
Agora mini-férias!
Depois mais trabalho daquele que eu gosto.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Para desanuviar um bocadinho

O bom deste "drama" acabar amanhã é que vou ter tempo para dormir.
E para ir às compras.
E para dormir.
E para fazer uma mala para 3 meses.
Amanhã é o dia.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Queixinhas pá!

Depois da cadeira monstruosa vem a apresentação do projecto.
Tem que estar pronto até 2ª feira que vem. Ainda me falta fazer mil gráficos.
E eu odeio o Excel.
Todos os resultados têm de ser padronizados, desvios padrão calculados, tamanho das barras standardizado, cores coincidentes, linhas de tendência.
E eu odeio o Excel.
Para fazer a discussão dos resultados preciso de fazer o seu tratamento estatístico.
Já disse que odeio o Excel?

Sim, só me queixo... mas isto passa. A sério. Só preciso de ficar de férias.
Falta uma semana.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

E pois que é isto

Amanhã poderá muito bem ser o meu último exame do curso.
Rezem, façam mézinhas, promessas qualquer coisa... mas torçam por mim... que eu preciso de acabar o curso e esta cadeira é um pesadelo.
Estou a modos que apreensiva, para não dizer cheia de medinho, vá... e seja o que Deus quiser.

Agora vou dormir, para prevenir que os meus neurónios o façam amanha durante o exame.

Já pedi para rezarem/torcerem/fazerem promessas e mézinhas por mim?
Óptimo. Conto com isso tudo!


Ai que nervos.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Conclusão a que se chega enquanto se estuda para a pior cadeira do curso

A minha vida não é isto.
Preciso de mudar alguma coisinha.
Só me resta saber descobrir o quê.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Pergunta para 3 000 euros:

Qual é a razão pela qual eu não vou acabar o curso?

Química Farmacêutica II.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Recta final o caracinhas

O exame de hoje correu mal.
O exame de hoje poderia ser o meu último exame obrigatório na FFUL. Mas o exame correu mal.
Esta é a pior cadeira do curso.
E o exame correu tão mal que renego o ditado espanhol que diz que "para um bom fim é preciso um mau começo".
Começo pior que o meu não conheço... Mas acabar mal não era de todo o que me estava a apetecer...
E posto isto hoje estou oficialmente deprimida.

(confesso que me apeteceu rogar pragas e ofender todos os professores que leccionam a maravilhosa cadeira QFII e fingir que as hormonas não servem para nada e que não precisamos de medicamentos para a depressão e para a malária e para os vírus e o diabo a quatro)

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Nostalgia? Já?

Tive a minha última aula do curso.
É só isto.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sou uma gabarolas

Hoje fizeram-me um dos melhores elogios de que me lembro. Estamos a falar de trabalho.
Mas assim daqueles elogios que uma aluna como eu (com uma média miserável) não espera nunca ouvir da boca de um professor da universidade.
Acho que até fiquei corada.

E mais: não foi uma, mas sim duas professoras.
É caso para me babar.
E para agora estar com um medo de as desiludir assim do tamanho de um arranha-céus.

O Baile de Finalistas

Fui ao baile de finalistas. Não o do meu ano actual, esse deve ser daqui a um ano.
Fui ao baile de finalistas do ano em que entrei para a FFUL.
Aquele que fez sentido. Porque é "o meu ano", porque são as pessoas que mais me conhecem, porque embora tenha chumbado um ano eles não me abandonaram.
Apareci em imensas fotos no filme que fizeram. Estive sempre presente.
Ainda assim, acho que posso dizer que o momento alto do filme foi a foto do meu bolo de aniversário de há uns anos atrás.
Com erros e tudo.

(Nossa Senhora do Almofariz, Dai-me com o Pilão para ser feliz!)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O Porquê do Roxo

Quando entrei para a FFUL diziam que esta era a Faculdade dos Frustrados da Universidade de Lisboa. Ora, se por um lado eu fui das que ponderou medicina, nunca percebi muito bem porque haveria de me sentir frustrada no curso que escolhi.
Pus-me a pensar sobre o assunto e acho que a resposta, para o meu caso, está na infância.
Em miúda, quis ser muitas coisas: jornalista, professora, bancária, cozinheira... Curiosamente e ao contrário da maioria das meninas, nunca quis ser cabeleireira. Mas um dia, os meus pais ofereceram-me uma prenda que mudou o meu imaginário infantil. Literalmente.
Quando tive a certeza que o que tinha à minha frente era um microscópio, delirei. Esqueçam lá as entrevistas, as fichas de avaliação corrigidas criteriosamente a vermelho, os cheques a brincar e os bolos de areia enfeitados com pedrinhas. O que passou a ter piada foi observar gotas de sangue (que o desgraçado do meu pai me cedia gentilmente depois de eu lhe esfregar os dedos com álcool), pedaços de bolor desfocados, asas de insectos, cabelos... Enfim, tinha descoberto que conseguia ver coisas pequeninas, daquelas que mais ninguém conseguia ver. E achava-me a maior.
Depois disto as minhas brincadeiras mudaram radicalmente. As bonecas começaram a andar com arranhões, braços partidos, febres e um conjunto de outras doenças para as quais eu fazia análises (com as dádivas fantásticas do meu pai) e lhes dava medicamentos. Este fascínio pelos medicamentos tornou-se tão sério que, um dia, me levou a estragar aquele que durante grande parte da minha infância foi o meu boneco favorito. Lembram-se do Nenuco? Aquele que se limitava a fazer bolhinhas com a boca? Pois, eu tinha um desses. Andava sempre com ele. Acho que foi o boneco que mais febres, arranhões e outros que tal teve durante esta fase.
Ainda assim cansei-me de o curar de doenças que eu imaginava. Até que um dia, esta mente brilhante que vos escreve, concluiu: "se ele faz bolhas, só pode estar doente da boca".Peguei num bocado de pão, fiz um comprimido e decidi curá-lo. De vez! A minha mãe não ficou muito satisfeita. Disse que eu o tinha estragado... Cá para mim, no auge dos meus 4 anos, ele estava curado!
Depois disto a curiosidade aumentou e as brincadeiras reforçaram-se. Desde Smarties, que consoante a cor curavam qualquer dor, a fingir que fazia pomadas e xaropes, nunca deixei de ser uma mini-farmacêutica.
Por isso não, não me considero frustrada. Depois da infância e do interesse em medicamentos que estas brincadeiras me incutiram. Depois de ver que neste curso também se "brinca" com microscópios e também se fazem comprimidos, só posso estar feliz! Este é o curso da minha vida!
Porquê o Roxo? Não podia ser outra cor!

(Texto publicado na revista Pharmacevtica nº57 da AEFFUL, Outubro de 2010. Escrito a 9 de Setembro de 2010)

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Semestre light?

Regressar a casa ao som do Oceano Pacífico chega a ter piada.

O melhor é que, àquela hora, a Segunda Circular é uma estrada aprazível.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Praxes 2010

Há caloiros fantásticos não há?

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Venham a mim as varizes

Desde as 9h30 às 20h metida no laboratório parece-me uma boa rotina.
As minhas pernas é que não estão a achar piada nenhuma.
Eu? Estou a adorar.
Começo a achar que fazia disto vida.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Quando for o estágio nem quero pensar.

Primeiro dia no laboratório do projecto.
Desde as 9h30 até às 19h30 (pausa de uma hora para almoço) a tentar ser uma pessoa inteligente.
Orientadora jovem, simpática, acessível, prestável... um amor.
Professora do mais divertido que há.
Muitas horas em pé.
Tanto para fazer, que a vontade que tive de ir ao WC (durante todo o dia) se perdeu pelo meio das centrifugações, ressuspensões ou pesagens.
Doem-me as pernas e pesam-me os olhos.
Quando for farmácia comunitária, julgo que vou maldizer o mundo.
Agora... quem corre por gosto também cansa. Mas o cansaço chega mais devagarinho.

sábado, 26 de junho de 2010

Epidemiologia

Bernardo este post é só para ti (que privilégio pá!).

Então a epidemiologia é:
- o estudo da ocorrência, da distribuiçao e da evolução dos problemas de saúde e dos seus determinantes em populações específicas, bem como a aplicação do referido estudo para controlar e solucionar os problemas de saúde da comunidade.

Resumindo, imagina uma epidemia de tuberculose, doença chata e contagiosa. Para acabar com a epidemia de modo rápido e eficaz é preciso saber onde é que ela começou, a rapidez do contágio, a população afectada, como é que está a evoluir e esse tipo de coisas, percebes?

O problema da epidemiologia são os cálculos adjacentes, os tipos de estudos que se podem fazer, em que situações aplicar cada um e todos os pormenores(zinhos) a que é preciso ter atenção quando se faz um estudo epidemiológico. É que basta um pormenor desvalorizado e pode estar tudo mal. E eu não gosto, o que piora um bocadinho a situação.
E pronto é isto.


(este blog ultimamente é só momentos culturais)

domingo, 20 de junho de 2010

Contra factos não há argumentos

Facto: Não gosto de epidemiologia.

sábado, 29 de maio de 2010

Do Arraial das Palmeiras

Gostei. Muito.
Foi bom ter dançado tanto.
Foi bom ter rido tanto.
Foi bom ver que os finalistas não querem ainda dizer adeus.
Foi bom ver os professores da "nossa casa" tão bem dispostos e a socializar descontraidamente com os alunos.
Foi mesmo bom.


* Não fosse teres-me posto a dançar com os melhores dançarinos,
acho que não te perdoava a pisadela no pé esquerdo.

sábado, 22 de maio de 2010

SOS

O semestre fugiu-me.
Alguém me ajuda a encontrá-lo?
Entre trabalhos inúteis e professores que avisam que vão chegar atrasados mas no fim de contas não aparecem, o desgraçado do semestre deve ter-se esgueirado num dos poucos dias em que consegui dormir 8 horas.
Sim... vem aí mais uma época de exames...

domingo, 28 de março de 2010

Férias da Páscoa*

Lista de afazeres:
- Trabalho de Tecnologia;
- Trabalho de Toxicologia;
- Caderno laboratorial de Toxicologia;
- Questionário de Saúde Pública;
- Trabalho de Terapia;
- Artigos e mais artigos para o projecto;
- Estudar (coisa que este semestre tem ficado para depois);

E também queria aproveitar para ir ao cinema, dormir, por as leituras em dia, actualizar os cafés com o pessoal, fazer umas comprinhas, passear... Não sei bem é quando.

* Nome dado à misera semana de pausa lectiva que nos é concedida por alturas da Páscoa.
Pena que além de nos concederem a pausa nos atribuam mais trabalho...