segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Recta final o caracinhas

O exame de hoje correu mal.
O exame de hoje poderia ser o meu último exame obrigatório na FFUL. Mas o exame correu mal.
Esta é a pior cadeira do curso.
E o exame correu tão mal que renego o ditado espanhol que diz que "para um bom fim é preciso um mau começo".
Começo pior que o meu não conheço... Mas acabar mal não era de todo o que me estava a apetecer...
E posto isto hoje estou oficialmente deprimida.

(confesso que me apeteceu rogar pragas e ofender todos os professores que leccionam a maravilhosa cadeira QFII e fingir que as hormonas não servem para nada e que não precisamos de medicamentos para a depressão e para a malária e para os vírus e o diabo a quatro)

sábado, 15 de janeiro de 2011

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Olha-m'estes!!!

Então mas eu agora sou do signo da minha mãe?
E a minha mãe mudou-se para o do meu pai?
E porque é que ele fica na mesma?

E que signo é que eu leio agora quando a Dica da Semana aparecer na caixa do correio?

Ai que isto muda totalmente a minha vida... (not)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Enquanto se estuda*

* para aquela que é provavelmente a pior cadeira do meu curso...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Vais ali e já vens?

Ora pois que fica sabendo que me sinto quase orfã!
Indecente!
E que fique bem claro que estou disposta a criar uma petição online para que o Quadripolaridades volte a estar aberto ao público.
Olha agora só para leitores convidados... onde é que isto já se viu?!

Ursa má.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Do arrependimento

Acho que a imagem ali de baixo descreve exactamente aquilo que penso no que toca a arrependimentos.
Em abono da verdade, o certo é que não me arrependo mesmo de nada do que fiz até agora. Nada.
Mas... e quando o arrependimento surge depois de não termos feito alguma coisa?
Não me agrada ver que se deixam oportunidades passar. Por mais que sejam coisas tendencialmente insignificantes (se bem que dificilmente sabemos o significado de determinada acção antes de acontecer).
Não sou a voz da consciência de ninguém. Os meus amigos não têm que fazer as coisas de acordo com os meus conselhos (e eu sei bem que "falar é fácil").
O que mais me custa é ver que, de facto, podia ter sido tão mais, tão melhor, tão maior... e agora apenas dói.

Seja como for, se a vida nos põe à prova (e nestes "jogos" detesto perder) há que dar o nosso melhor sem medos. Sem pensar que vai correr tudo mal. Sem pensar que depois vai doer. Sem acreditar que se vai perder, mais do que na possibilidade de ganhar.

Acredito mesmo que quem não arrisca não petisca e mais vale bater com a cabeça depois de uma desilusão do que sofrer com a ilusão do que poderia ter sido.

Fui descoberta

Olá A.
Este post é só para ti (grande privilégio pá!)...
Je t'adore.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Da morte do Carlos Castro

Eu pensava que o nosso país tinha finalmente dado uns passos no sentido da evolução.
A sério que sim!
Independentemente das opções sexuais de cada um, pensava inocentemente que as pessoas valiam pelo que eram e não pela sua sexualidade, e que nós (Portugal) sabíamos separar as águas quando se tratam de assuntos sérios que envolvem pessoas cujas orientações não se coadunam com as da maioria.
Portanto, a meu ver, isto trata-se de uma morte macabra de uma figura pública. Ponto final. Não me interessa se ele é homossexual, bígamo, pertencente a uma seita estranha, whatever! Foi uma pessoa que morreu e, para agravar a situação, de uma maneira mosntruosa.

Eu achava que este nosso Portugal era de facto um país que iria comentar as atrocidades do crime, sim, mas essencialmente o desaparecimento de um homem muito conhecido de todos.
Achava até ver comentários como este:

"já alguém perguntou ao morto se a morte não fazia parte da brincadeira sexual? eu acho que sim, num quarto hotel com 34 andares, em NY, há muita forma de expressar a sexualidade romântica. eu não lamento nada esta morte! E o luís goucha, já viram se está bem?"

Este e outros parecidos. Completamente desprovidos de sentido e, bastante mais grave, desprovidos de humanidade.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Do fim das coisas

Nunca foi muito dada a balanços. Especialmente de coisas com muitos dias: esqueço-me de mais de metade do que aconteceu. Mas nestas coisas ter um blogue dá jeito e, desta vez, apeteceu-me.

Ao ano que agora termina tenho a dizer:
- Obrigada, foste um ano porreiro! Se não me poupaste as dúvidas, as indecisões, as reflexões atabalhoadas e o medo; também posso dizer que foste um mãos largas no que tocou a oportunidades, certezas, conclusões, opções e divertimento. Não me levaste ninguém. Não me roubaste saúde. No que toca a dinheiro, cá em casa não sobra mas chega. Conseguiste sempre dar-me(/nos) algo positivo depois de me(/nos) acontecer alguma coisa ruim.

Agora, se me dão licença:

- Caro 2011: é com alegria e algum receio que o vejo chegar. Sei que não me conhece, mas espero que os 365 dias que iremos passar juntos sirvam para nos conhecermos melhor e, quiçá, estreitarmos relações. 
-Posso desde já avançar que tenho grandes expectativas para a sua estadia junto da minha pessoa: o famigerado estágio, o fim do curso, a mudança inevitável de alguns hábitos e ritmos de vida, pessoas que irão ficar (fisicamente) mais longe, pessoas novas que se irão cruzar no meu caminho, a viagem que pretendo fazer... Ainda assim, como não me conhece, posso adiantar que sou de enfrentar tudo o que tiver de ser, como tiver de ser.
-Mas se me é permitido, peço-lhe: não me leve ninguém; não me roube a saúde, não me poupe a insegurança nem a bonança que segue sempre uma tempestade. Não me derrube o sonho que começou a fermentar no fim de 2010, mesmo que para isso tenha que trabalhar o triplo.
-Espero que, venha como vier, nos venhamos a tornar amigos, tal como com o ano que o antecedeu. Atenciosamente,

P'

[A vocês: espero que em 2011 não vos falte nada do que é verdadeiramente essencial. Entrem no novo ano da melhor maneira.]