Há 2 meses
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Por aqui a vida é assim
Fritos e mais fritos no Natal. Digamos que dispenso coisas cozinhadas com óleo no mínimo durante 1 mês.
Não fazer nenhum durante 4 dias, que também mereço.
A conta bancária a recuperar (obrigada à família que sabe que dar € é sempre melhor que comprar coisas ligeiramente inúteis).
Agora de regresso aos livros, que Janeiro está quase aí. Os exames também. A apresentação do projecto idem.
E assim de repente lembrei-me que tenho uma caixa de Ferrero Rocher ali em baixo a gritar o meu nome...
Não fazer nenhum durante 4 dias, que também mereço.
A conta bancária a recuperar (obrigada à família que sabe que dar € é sempre melhor que comprar coisas ligeiramente inúteis).
Agora de regresso aos livros, que Janeiro está quase aí. Os exames também. A apresentação do projecto idem.
E assim de repente lembrei-me que tenho uma caixa de Ferrero Rocher ali em baixo a gritar o meu nome...
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Coisas simples que me deixam de coração cheio
Saber que, depois de todos os contratempos que já tivemos este ano, a família se vai juntar toda para celebrar o Natal.
Vamos ser muitos à mesa. Vamos ser muitos a rir quando for disso o momento. Vamos ser muitos a chorar quando nos lembrarmos da pessoa que falta. Vamos ser muitos a partilhar os sorrisos quando as crianças da família abrirem os presentes.
E isto é coisa para me deixar feliz. Saber que estão vivos. Saber que ainda posso ver os seus sorrisos.
Desculpem, mas a época natalícia deixa-me assim, a dar (ainda mais) importância às pequenas coisas que tornam a nossa vida maior.
Vamos ser muitos à mesa. Vamos ser muitos a rir quando for disso o momento. Vamos ser muitos a chorar quando nos lembrarmos da pessoa que falta. Vamos ser muitos a partilhar os sorrisos quando as crianças da família abrirem os presentes.
E isto é coisa para me deixar feliz. Saber que estão vivos. Saber que ainda posso ver os seus sorrisos.
Desculpem, mas a época natalícia deixa-me assim, a dar (ainda mais) importância às pequenas coisas que tornam a nossa vida maior.
(Sabes, nesta altura é quando sinto mais a tua falta. Das gargalhadas que davas quando vias a cara do nosso menino abrir os presentes. De quando refilavas comigo por não me arranjar ou não vestir uma roupa mais bonita. De quando, às tantas da manhã decidias fazer cacau e comer filhós sentada no chão em frente à lareira.
Mas sei que, estejas onde estiveres, estás contente pela forma como tudo continuou. Pela maneira como és recordada e pelo teu menino, que hoje está um homem, ser um adolescente feliz.)
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Do medo
Este c*brão que me ata os braços e as pernas e as mãos e o raciocínio.
Nunca fui menina de metades, de meios termos, de "quases".
Comigo ou é ou não é. Ou gosto ou não gosto, ou quero ou não quero. Detesto o talvez.
Mas que m*rda de sentimento este que quando me acontecem coisas boas, quando a vida me corre realmente de feição, me faz tremer e retrair. Que me põe a pensar que deve estar tudo para terminar. Que me faz evitar coisas que até gosto e que até me fazem bem porque a possibilidade de as perder, ou de não serem como esperava, por si só é motivo para parar!
Raisparta este nó que dei no coração. Raisparta a incerteza, a dúvida e a insegurança.
Quero o quê? Viver sem arriscar? Não falhar? Não cometer erros? É que isso eu sei ser impossível. É que estas coisas são o que dá sabor à vida. É que as falhas, os erros, os riscos, as desilusões são quem mais nos ensina sobre quem, como e porque somos!
E eu, que nunca fui menina de metades, que sempre tive a minha vida estruturada, sempre soube como ia ser, o que queria fazer e para onde queria ir; tenho o coração a mil por não saber adivinhar o futuro!
E depois começo a gostar de me ir descobrindo. Acho piada às situações insólitas. O coração aquece com momentos desconhecidos. Mas o medo, embora não se manifeste tanto, continua cá. Talvez passe a chamar-lhe precaução.
Nunca fui menina de metades, de meios termos, de "quases".
Comigo ou é ou não é. Ou gosto ou não gosto, ou quero ou não quero. Detesto o talvez.
Mas que m*rda de sentimento este que quando me acontecem coisas boas, quando a vida me corre realmente de feição, me faz tremer e retrair. Que me põe a pensar que deve estar tudo para terminar. Que me faz evitar coisas que até gosto e que até me fazem bem porque a possibilidade de as perder, ou de não serem como esperava, por si só é motivo para parar!
Raisparta este nó que dei no coração. Raisparta a incerteza, a dúvida e a insegurança.
Quero o quê? Viver sem arriscar? Não falhar? Não cometer erros? É que isso eu sei ser impossível. É que estas coisas são o que dá sabor à vida. É que as falhas, os erros, os riscos, as desilusões são quem mais nos ensina sobre quem, como e porque somos!
E eu, que nunca fui menina de metades, que sempre tive a minha vida estruturada, sempre soube como ia ser, o que queria fazer e para onde queria ir; tenho o coração a mil por não saber adivinhar o futuro!
E depois começo a gostar de me ir descobrindo. Acho piada às situações insólitas. O coração aquece com momentos desconhecidos. Mas o medo, embora não se manifeste tanto, continua cá. Talvez passe a chamar-lhe precaução.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Das galas de algumas faculdades
É suposto ir-se para uma discoteca vestida como se fossemos a uma festa de um criador de alta costura?
Não dançarmos porque a toilette sem os sapatos não fica completa? (E dançar sem sapatos é crime, além de que abanar os ombrinhos faz o mesmo efeito que dançar como deve ser! Claro que levar uns sapatos menos fashion mas toleráveis não faz sentido...)
Sem nos podermos mexer bem, tal é a quantidade de apetrechos que os nossos vestidos ostentam?
Credo, que lá para os meus lados é tudo muito mais simples!
Não dançarmos porque a toilette sem os sapatos não fica completa? (E dançar sem sapatos é crime, além de que abanar os ombrinhos faz o mesmo efeito que dançar como deve ser! Claro que levar uns sapatos menos fashion mas toleráveis não faz sentido...)
Sem nos podermos mexer bem, tal é a quantidade de apetrechos que os nossos vestidos ostentam?
Credo, que lá para os meus lados é tudo muito mais simples!
domingo, 28 de novembro de 2010
Não quero parecer "falsa boazinha"
Mas estou tão contente com os valores conseguidos este ano!
É tão bom ver tanta gente a aderir e saber que as pessoas que realmente precisam vão ter acesso àquilo que, para mim, sempre esteve garantido: alimentos.
Obrigado a todos os que, com mais ou menos possibilidades, puderam contribuir.
É tão bom ver tanta gente a aderir e saber que as pessoas que realmente precisam vão ter acesso àquilo que, para mim, sempre esteve garantido: alimentos.
Obrigado a todos os que, com mais ou menos possibilidades, puderam contribuir.
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