domingo, 28 de junho de 2009

Ai a timidez...

Se eu te convidasse para um café?




Aceitavas?
(Mas porque raio as coisas já não são como antigamente: em que eram eles que tinham "obrigação" de nos convidar, ao invés de serem tão ou mais tímidos que nós?!)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Deolinda

Gosto mesmo desta música.
Além disso, ter uma tia com este nome tem (agora ainda mais) piada!

Ainda estou viva!

Só para o caso de estarem preocupados.
Amanhã é o último da primeira fase.
Depois uma semana de intervalo... a estudar para a segunda fase.
Mas sempre bem acompanhada e de espírito leve como agora. :)

domingo, 21 de junho de 2009

Musiquinha para alegrar a malta



Será que sou só eu que quando oiço esta música tenho uma vontade enorme de dançar?

E imaginem como se dança uma música destas... sexy não?

(counting down until November 29!)

sábado, 20 de junho de 2009

Constatação

Os resultados podem não ser os mais agradáveis.
As notas podem não ser as melhores.
O cansaço físico começa a notar-se.

Mas esta está a ser, sem dúvida,
a melhor época de exames de sempre.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

It's raining men #9

Adam Brody
É mesmo preciso explicar porquê?

I can read #3

E a propósito do post abaixo:

quarta-feira, 17 de junho de 2009

As pessoas não mudam

A propósito deste post da Miss Glitering, dei por mim a pensar em como somos mesmo assim...

Eu também já quis mudar (ou melhorar, como eu acreditava na altura) alguém. Já me convenci que para ser tal-e-qual como idealizava só faltavam aqueles pormenores que tentava insistentemente incutir nele. Também passei pelo "inverso". Quando acreditei que era melhor ceder a alguns dos seus caprichos para que fossemos mais felizes. Na minha cabeça, um de nós mudar única e exclusivamente de acordo com a vontade do outro era sinónimo de que iríamos aproximar-nos da perfeição.

Depois descobri que a perfeição não existe. As pessoas não mudam verdadeiramente e quando parecem fazê-lo acontece como no post da Miss Glitering e é um tiro no porta-aviões.
Eu não mudei. Ele também não. Quando demos por nós estavamos cada um a regressar à sua origem: ele a Marte e eu a Vénus.

E agora que estou mais "crescida", sei que é um erro tamanho tentar mudar-se alguém.
É um erro a todos os níveis em que seja possível errar numa relação: é o ínicio do fim.
Ninguém é feliz a fazer determinada coisa apenas porque o outro quer. Até pode ter piada inicialmente, mas depois a infelicidade acumula-se e é "porta-aviões ao fundo".
Ninguém é feliz ao deixar de ter uma rotina a que antes estava habituado e com a qual se sentia bem, apenas porque a outra pessoa não gosta de determinado hábito. Ao ínicio pode ser giro, fazer coisas diferentes, mas quando sentimos falta do conforto que a nossa rotina nos transmitia: "porta-aviões ao fundo"
Ninguém é feliz quando deixa de ter determinada atitude perante a vida apenas porque a outra pessoa pensa de maneira diferente. Mais tarde ou mais cedo, apercebe-se que não é assim que quer ser e é "porta-aviões ao fundo".

Nunca antes como agora dei tanto valor ao que sou.
Nunca antes como agora desejei ter alguém ao meu lado que não mude, por mim, por ele ou por nós. Que se mantenha igual a si mesmo, com todos os seus hábitos, rotinas, manias, gostos, tudo. Porque quando nos apaixonamos por alguém, essa pessoa é como é. Não tem que mudar para ser como nós gostariamos que fosse!
Nunca antes como agora pensei querer alguém tão diferente e tão igual a mim. Para não mudar. Para ser igual a si mesmo. Porque é aí que reside o segredo: gostar do outro como ele é, sem floreados ou ilusões de mudança.

E tu tens uma vida tão estabelecida,
uns hábitos tão marcados,
uns gostos tão vincados,
que ainda me fazem querer-te mais.

terça-feira, 16 de junho de 2009

I can read #2

E ser feliz é tão bom!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Actualizações e coisas que tal

Os Santos já passarm.
Foi espectacular, cansativo, maravilhoso, cansativo, extraordinário, cansativo, surreal, cansativo, lindo, cansativo e muito bom!
Valeu a pena o jantar comido quase à pressa, o café derramado no "top de seda", o traçadinho "muito doce", caminho percorrido em passo rápido, a procura incessante dos cartões de metro, de cidadão e multibanco perdidos, a conversa até às tantas e acima de tudo a companhia. (Não sei se já vos tinha dito... mas com vocês sou uma pessoa mais feliz!)

Lisboa é linda, as marchas são lindas, o ambiente é lindo e os meus amigos são-no ainda mais!
Para o ano lá estaremos outra vez, talvez noutro bairro, mas com outras peripécias tão ou mais engraçadas que as vividas nesta noite!