domingo, 1 de agosto de 2010

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A vida (ou uma reflexão atabalhoada)

Dói-me não poder resolver os problemas daqueles que gosto.
Dói-me o facto de me doer.
Dói-me a minha nova maneira de encarar algumas coisas.
Doem-me as verdades que eu sei, mas tento esconder de mim mesma.


"Should I care less?"

terça-feira, 20 de julho de 2010

Era tudo o que eu mais queria

Qual é coisa qual é ela, que qualquer pessoa quer ter quando inicia as suas férias?

a) Laurear a pevide.
b) Passar os dias na praia.
c) Obras em casa.

Se a sua resposta foi a c), considere-me uma infeliz que está farta de pó, buracos, móveis, tinta e outros que tal.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Primeiros (as)

Banhos de mar.
Pôr do sol à beira mar.
Gelados gigantes.
Sorrisos despreocupados.
Gargalhadas sentidas.
Conversas banais.
Passeios descontraídos.
Sensações de liberdade.
Leituras interessantes.
Férias com vocês.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

domingo, 4 de julho de 2010

Sinais de maturidade*

Bebi um tinto com um preço fofinho.
E gostei! (do vinho, do preço nem por isso)
Extraordinário pá.

Estou feita uma senhora* (fina).

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Pedido especial:

Queridos senhores que reencaminham os técnicos que instalam aparelhos de ar-condicionado:

Para a próxima vez dá para mandarem um técnico que para além de giro (sim muito giro) seja inteligente e saiba o que está a fazer? Se não puder ser eu troco a beleza pela inteligência, está bem?
É que não há paciência para tanta incompetência, tanto pó, tanta desarrumação, tanto lixo, tanta confusão, tanta dúvida, tanta coisa mal feita... God give me patience!

domingo, 27 de junho de 2010

Na sexta-feira

A caminho da faculdade, no metro, fui sentada em frente a um rapaz que até não tinha mau aspecto. Mas olhava fixamente para mim.
Procurei nos recantos da minha memória, talvez o conhecesse e não me estivesse a lembrar. Mas não.
Ponderei ter algum bocado gigante de alface preso no aparelho e ser aquela a maneira dele me alertar. Olhei pela janela do metro (sempre um óptimo espelho) e nada.
E pronto desviei o olhar que aquilo estava a ser incómodo.


Três horas e tal depois, no regresso a casa, no centro comercial onde eu dou umas voltas enquanto espero pela hora do autocarro, entro numa sapataria. Dou meia volta e fico de frente para o dito rapaz.
Devo ter ficado azul, porque ele esbugalhou (esta palavra existe?) os olhos de uma maneira assustadora. Depois sorriu e não saía da minha frente.

A questão é:
1) Há coincidências estranhas?
2) Ele andou a perseguir-me?
3) Sou como a Jennifer Love Hewitt naquela série e vejo fantasmas?

Pronto. Hoje parece-me que a opção é claramente a 1. Mas na sexta-feira, exausta como estava dos exames, garanto que a 3 me pareceu muito possível.